domingo, 19 de julho de 2009

Quando você ler isso, eu estarei longe.

Eu estou aqui, sentada na cama desse motel imundo te escrevendo isso. Me arrependo porque não é você quem está no chuveiro, amor. Sei quão difícil vai ser para o perdão vir, por isso estou indo.
A TV está ligada, as bombas explodem desse lado do mundo. Se o meu carro pudesse falar, ele citaria todas as minhas frases ditas em vão com a esperança de destino da sua mente.
Você também não pode ser injusto e dizer que nada te deixei. Sempre há algo. Tenho certeza de que você acredita em todas as músicas. Elas são verdadeiras e você sabe.
Enfiarei uma faca em meus pensamentos e passarei por todo esse sacrifício.

E é isso, amor.
É o melhor.

Não é o que preferimos e eu te ensinei isso.
É o que ainda há para ser.

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